sábado, 7 de novembro de 2009

Qual a fórmula do sucesso do "Profissão Repórter"?




Não sei se é só impressão mas, percebo uma nova Rede Globo surgir. Sua imagem está mais atual e podemos perceber isso, ao analisar o formato do "Profissão Repórter" e de outros programas que sofrem uma repaginação como Fantástico e Malhação.
Inovador, bem pautado, com linguagem moderna, já que é feito por jornalistas jovens o que confere um certo "ar de improviso", e causa ao público, uma identificação, quase imediata.
É como se ali, fosse permitido errar. Os repórteres correm de um lado pro outro, se mesclam entre a equipe técnica, que é dividida cada qual atrás de uma fonte, e o fato é contado de forma fragmentada porém, simultânea.
José Arbex Júnior no livro "Shownarlismo - A notícia como espetáculo" faz uma observação da capacidade que a televisão possui, de transformar ficção em realidade, e fatos da vida, como se fossem capítulos de novelas. E Profissão Repórter é isso!
A falta de edição dos blocos, cria um clima de ansiedade.Ação! É isso que transmite ao telespectador, um frio na barriga, uma expectativa do que está por vir.
É interessante ver Caco Barcellos se reunindo com a equipe para discutir a pauta, as fontes que se recusam a dar declarações, a dificuldade que o repórter encontra na execução do seu trabalho. Enfim, para os estudantes de comunicação funciona meio que como um "estágio real".
Talvez essa seja a fórmula de sucesso do programa!

E você o que acha disso? Vamos...dê seu palpite?

Os enterrados vivos...

Tudo estava acabado. Estava para sempre separada dos vivos

...Não sei por quantas longas horas fiquei assim. Havia esperado que minha agonia seria breve e que uma pronta asfixia me aniquilaria e com ela minhas sensações e minha existência. Mas, estava enganada. Não podia fazer nenhum movimento, meu coração não batia mais, meu peito não era movido por nenhuma inspiração e, entretanto, eu vivia! Porque eu sofria? Eu vivia! Minha inteligência e minha memória não haviam perdido nada de sua energia...

No século XIX, anualmente, 2700 pessoas eram enterradas vivas na Inglaterra.
Estranhas marcas na madeira, arranhões, cadáveres fora do lugar, mãos mordidas, esses eram os sinais que evidenciavam o sistema falho de identificar o momento exato e preciso da morte.
De todos os soldados norte-americanos mortos no Vietnã, pelo menos 3% dos esquifes apresentaram essas características.
"Os enterrados vivos" escrito pelo médico Dr. Péron-Autret é uma sequência de relatos, de quem passou por  experiências incertas da morte.

Vale a pena conferir!

Livro Os enterrados vivos
Autor - Dr. Péron-Autret
Editora Record

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

R$ 1300,00 no bolso, uma mochila nas costas, rumo....a Machu Picchu

Ser mochileiro e se aventurar rumo a um local desconhecido, não é para qualquer um. Conhecido também como turismo alternativo, essa prática tem sido difundida por pessoas que apreciam explorar culturas, estar em contato com a natureza e curtir uma viagem fora dos padrões convencionais.

Foi através da revista "Mundo Estranho", numa matéria sobre os mistérios que envolvem a travessia no famoso "Trem da Morte", (lenda da criança encontrada morta recheada de cocaína, do trem ter sido usado para o transporte de doentes e corpos de vítimas da epidemia de febre amarela, ou ainda que pessoas que trabalharam em sua construção, morreram devido à malária), que nasceu em Michele Giona, 25 anos, a vontade de viajar sozinha à Machu Picchu.



O roteiro, que incluiu hospedagem, passeios turísticos, alimentação, transportes, dicas de vestimentas, entre outros, foi elaborado baseado nas informações disponíveis no site "Mochileiros.com".
Michele colocou R$ 1.000,00 no Visa travel money, como medida de segurança, para não ter que carregar quantia em espécie e alguns reais no bolso para despesas eventuais do trajeto.


Com 25 anos, ainda tenho pique para dormir vários dias dentro de um ônibus

A busca por uma nova filosofia de vida, superação de medos e traumas, autoconhecimento e visão de mundo, é o que permitiu Michele encarar o desafio e cumprir até o fim seu trajeto.
"Adiar a viagem, seria apenas mais um projeto que não saiu do papel. Não sei como será meu futuro, se estarei casada, com filhos, solteira, enfim, decidi não ceder, não dessa vez", declara.

Experiência no "Trem da Morte"

Foto: Ilustração

O embarque aconteceu na cidade de "Puerto Quijarro" com destino final em "Santa Cruz de La Sierra".

Ao contrário das muitas lendas que envolvem o tão assombrado "Trem da Morte", ali não existe tráfico, nem assaltantes, tampouco almas que assombram passageiros. O problema segundo Michele era o excesso de vento que entrava por todos os locais e os sacolejos típicos, desse tipo de transporte.


Amizades e contato com outras culturas

Uma das técnicas que os mochileiros utilizam para driblar, os possíveis percalços, são as amizades com pessoas que estão em busca do mesmo objetivo.
Em "Santa Cruz de La Sierra" conheceu uma suiça, que já estava há meses na estrada e na cidade de "Puno" uns holandeses (que por sorte falavam português) e que há 8 meses viajam, inclusive um dos países de destino, será o Brasil.

Pisac

Em Pisac foi uma caminhada de quase uma hora, o caminho era estreito e tinha pessoas indo e vindo, e na volta minhas pernas estavam tremendo muito, morri de medo de cair, já tenho medo de altura, com estes elementos ficou pior ainda.

Destino Machu Picchu



Cidade perdida dos Incas ou velha montanha é formada por terraços na qual destaca a zona sagrada, com templos, praças e mausoléus reais.
A Unesco considera o local, patrimônio mundial. O turismo é um dos pontos históricos mais visitados do Peru.
Se faria tudo de novo? Com certeza. Foi uma experiência única, seus erros e acertos a fizeram assim.

É isto aí, mulheres do mundo.

Sorteio do livro "De Cuba, com carinho"






Promoção site "ACM Comunicação"

Uma das 100 personalidades mais influentes do planeta, segundo a revista Time, em 2007.
A 31ª. pessoa mais influente do mundo em 2008, categoria “Heróis e Pioneiros”, pela Time.
Uma das blogueiras mais importantes da atualidade com uma média de 10 a 12 milhões de acessos por mês, segundo a revista Época
Essa é a blogueira cubana Yoani Sánchez, que não pode ser lida em seu país.
Seu livro “De Cuba, com carinho” (editora Contexto), reunindo textos postados no blog, acaba de ser lançado no Brasil e já está entre os mais vendidos no ranking do Jornal do Brasil, O Globo, Época e Veja.
Apesar de esforços envolvendo, inclusive, autoridades brasileiras, o governo de Cuba não liberou a autora para participar do lançamento do livro no Brasil. Premiada na Espanha e nos Estados Unidos, também não pode receber seus prêmios.

Para participar do sorteio, assine a petição “Yoani Sánchez no Brasil” em http://www.petitiononline.com/yoani_br/petition.html. Em seguida, preencha a ficha (clicando aqui) informando o número de sua assinatura na petição. Encaminhe a ficha parasorteio@acmcomunicacao.com.br e aguarde o resultado.

Para conhecer o blog GENERACIÓN Y, de Yoani Sánchez, acesse:
http://www.desdecuba.com/generaciony

Para conhecer mais sobre o livro, a autora e ler matérias publicadas, acesse:
http://www.editoracontexto.com.br/produtos.asp?cod=450

hotsite, acesse:
http://editoracontexto.com.br/decubacomcarinho

Para conhecer os eventos programados para o lançamento, acesse
http://www.editoracontexto.com.br/eventos.asp


Sobre o livro

Yoani Sánchez escreve um dos blogs mais visitados do mundo, Generación Y, com vários milhões de acessos mensais, mas quase não consegue ser lida em Cuba, onde mora com seu marido Reinaldo Escobar e seu filho adolescente Teo. Quando eleita pela revista Time uma das mulheres mais influentes do mundo, ou quando recebeu o prêmio Ortega y Gasset, seus feitos não foram registrados, muito menos festejados pelo governo cubano. Mas ela não escreve sobre política.
De Cuba, com carinho é um belo livro que narra a vida cotidiana de quem vive na ilha, sofre com a decadência da economia cubana, mas ama seu país. Alguém que não deseja que conquistas obtidas nas últimas décadas sejam jogadas fora, mas acha que o regime envelheceu junto com seus dirigentes. E conta tudo isso em textos cheios de vida, humor e certo amargor, mas muita esperança.
Sobre a autora:
Yoani Sánchez é formada em Filologia Hispânica. Mora em Havana, com sua família, e de lá alimenta seu conhecidíssimo blog Generación Y. Em 2007, foi eleita pela revista Time uma das 100 pessoas mais influentes do mundo.

O site ACM Comunicação além, de lançar várias promoções, disponibiliza vagas na área de comunicação. Acesse: www.acmcomunicacao.com.br

Aproveite melhor os alimentos...

Sesi Cozinha Brasil na Tijuca


Crédito: Portal São Francisco


O Sistema Firjan, através do Sesi-RJ, promove o curso do Programa Sesi Cozinha Brasil no Extra Hipermercado, de 10 a 13 de novembro, na Rua Mariz e Barros, 1.037, na Tijuca. A iniciativa combina três ingredientes fundamentais para uma boa refeição – qualidade, economia e sabor – tem como objetivo incentivar o aproveitamento integral dos alimentos, de forma inteligente e sem desperdício, através da educação alimentar, com aulas práticas e teóricas realizadas em uma cozinha móvel.
Os instrutores a as nutricionistas elaboram receitas e ensinam noções de nutrição como: preparo de refeições equilibradas, hábitos alimentares corretos, alimentação infantil, função dos alimentos no organismo, higiene e cuidados no preparo dos alimentos, entre outros conceitos de grande importância para melhorar a qualidade de vida.
O curso é gratuito e tem carga horária de 10 horas. Serão três turmas com 40 alunos, com horários pela manhã e a tarde. As inscrições podem ser feitas pelo telefone 0800 0231 231, no Extra Hipermercado e na unidade Sesi Tijuca, na Rua Moraes e Silva, 53.

Serviço
Evento: Programa Sesi Cozinha Brasil
Data: 10 A 13 de novembro de 2009
Horário: das 9h ÀS 11h30 / 13h ÀS 15h30 / 15h30 às 18h
Local: Extra Hipermercado, Rua Mariz e Barros 1.037, Tijuca

Fonte: Sistema Firjan – Assessoria de Comunicação

Palestra: "Comunicação Digital"



Será realizado, no próximo dia 30 de novembro, o VII Encontro de Relações Públicas, edição noturna na Escola de Comunicações e Artes da USP, em São Paulo. Esse evento é realizado anualmente pelos alunos calouros do curso de Relações Públicas. A intenção do evento é discutir assuntos atuais para reflexão e formação dos alunos participantes.
Nesta sétima edição, o tema do encontro será “Comunicação Digital”, abordando as mídias sociais (TwitterOrkutFacebook, etc). Para não se tornar repetitivo, o evento visa à aplicação efetiva dos recursos digitais nas estratégias de comunicação, visando ressaltar como essas poderosas ferramentas podem ser utilizadas a fim de resultados eficientes na prática de Relações Públicas.
Estarão presentes no encontro o professor Vinícius Romanini (doutor em Ciências da Comunicação pela USP) e Jeff Paiva (ex-gerente de Social Media na Agência Click). Com vagas limitadas, a venda de ingressos será feita em faculdades parceiras do VIIERP e nos plantões de venda realizados na ECA-USP. As inscrições são de R$10,00 por pessoa e haverá emissão de certificados ao término do evento.

SERVIÇO:
Local: Auditório Paulo Emílio (Av. Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443 – 2º andar Escola de Comunicações e Artes – Cidade Universitária).
Data: 30 de novembro de 2009. Horário: 18:30h às 22h
Contatos
Email: viierp.usp@gmail.com
Twitter: @VIIERP_ECA
Orkut: VII ERP Encontro de RP


* Essa divulgação de evento foi enviada pela aluna de relações públicas da USP Aline Ayumi Kawahira, da comissão organizadora do VIIERP.


Observação: O texto foi gentilmente roubado, na íntegra, do Blog da Comunicação.

Ficha de Inscrição
Nome completo:
RG:
Faculdade:
Curso:
Ano:
Telefone:
Celular:
E-mail:
Como ficou sabendo:

Dados para pagamento da inscrição*:
Observação: Após, preenchida a ficha, encaminhar para o seguinte endereço de e-mail: viierp.usp@gmail.com

Depósito no valor de R$10,00 em nome de Mariana Garcia Leite Cardoso

Banco Bradesco
Agência: 0653
Conta: 816-8

* A confirmação da sua inscrição será feita após a confirmação do depósito em conta corrente

E os jornais não são bem pautados...


Peço desculpas aos pauteiros, não sei como funciona na prática a rotina desses profissionais, nem as limitações pertinentes, e problemas estruturais dos veículos impressos, e talvez por isso, nem tenha o direito de criticar algo que só conheço na teoria, mas, percebo muita falta de criatividade nos temas abordados em jornais.
Um determinado assunto pode render várias matérias, desde que seja analisado e explorado em várias vertentes.  Porém, a mesmice se faz presente dentro das redações.
Na faculdade, nas aulas de “Técnicas de Jornalismo”, a gente aprende que uma leitura para ser agradável, tem que prender a atenção do leitor, do início ao fim, por isso o “lead” ou técnica da pirâmide invertida (como, onde, quando, como e por que) é aplicado logo no primeiro parágrafo.
Mas, não é isso que acontece. Ler diariamente um jornal, nem sempre é sinônimo de informação, inovação e entretenimento. Às vezes é uma chatice!
E jornal é caro mesmo! Inacessível para a maioria da população, que é pobre! O que paga a tiragem é a publicidade, portanto, deveria ser mais barato, pois, assim teríamos acesso diário à informação.
Sem intenção, mas, já cutucando a “catiguria”, alguns jornalistas querem passar uma imagem “intelectual” e escrevem em jornais como se tivessem dissertando uma tese acadêmica. E esse, a meu ver, não é o objetivo, pois, a informação deve ser transmitida com clareza e objetividade.  Eles se acham o dono do mundo, mas, trabalham com tudo mastigado. Saem da redação, com o roteiro na mão, e todas as fontes que irão entrevistar (pelo menos, na época que fiz faculdade era assim. Hoje não sei se mudou). A função deles é apenas entrevistar, em alguns casos decupar uma fita, que é um porre, e estruturar as frases até que “aquilo” se transforme em uma matéria.


Esqueci de um detalhe, muitas vezes esse trabalho não chega a resultado algum, pois, o texto não é publicado. Vai pra gaveta! Ou então, pra pilha de papéis reciclados, vira rascunho!
E o “editor chefe”?  Pega o texto, que você se matou pra escrever, utilizando todos seus neurônios, e muda completamente o sentido de tudo! Põe ali, palavras que você não escreveu, raciocínios que seu cérebro não processou, enfim, descaracteriza totalmente seu estilo. Aí...você olha e diz: não fui eu quem fiz isso! Não me reconheço dentro desse texto!
Mas, mesmo assim vocês continuam se sentindo (é gerúndio mesmo! É feio, mas, dá efeito!).
Na USP, no curso de “Jornalismo e Políticas Públicas Sociais”, um dos temas abordados foi à nova visão que o jornalista deve ter, e não tem! O senhor da razão, aquele que acha que sabe tudo, deve propor a um determinado tema, algumas resoluções para que o leitor reflita o que deve ser feito, pra obtenção de determinado objetivo. Portanto, tem que colocar a “cachola” pra funcionar e abandonar o estilo “piloto automático” de ser.
Os seres arrogantes, que acham que detém o poder e a informação, devem baixar a “bola” pois, vocês não estão podendo tanto assim!
Acabo de me encontrar nesse texto! Meio revoltada, meio intelectual, meio esquerdista, meio anacrónica, meio Michael Jackson, meio Madonna...meio sei lá o que...
O que adianta ter todo o conhecimento do mundo, se você não sabe utilizar isso a seu favor? Aplique, inove e invente! Bote a mão na massa! Trabalhe!
Sou Tonga, monga, incerta, sentimental, sou tudo e nada! Sou assim...meio sem estilo nenhum!

Vamos lá galera...o que vocês acham disso? Pode detonar nos comentários...eu deixo!